Vamos falar um pouco sobre os Três Pontos. O triângulo, Simbolo com varias interpretações, aliás, conciliáveis: Luz, Trevas e Tempo; Passado, Presente e Futuro; Sabedoria, força e Beleza; Nascimento, Vida e Morte; Liberdade, Igualdade e Fraternidade.
Pinhais - PR Fundada em 30/10/1995 Filiada ao Grande Oriente Brasil
Aos Visitantes
Caros visitantes, este blog é destinado ao esclarecimento, discussão e orientação quanto aos assuntos ligados à Maçonaria. Entendemos que os Maçons devem lançar luz sobre o os princípios que norteiam a Arte Real e assim demonstrem a que viemos. Sejam bem-vindos !!!
Jorge.
Jorge.
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
OS SEGREDOS MAÇÔNICOS DA PRAÇA 19 DE DEZEMBRO CURITIBA PR
Estava lendo a GazetadeNovo, editada na cidade de Curitiba PR, e encontrei diversos artigos escritos pelo profano Guilhobel Aurélio Camargo. LI TODOS. Esse profano entende e conheçe bastante sobre maçonaria simbólica e maçonaria mistica, porém o que se nota é que este profano não seja simpatizante a nossa Ordem. Isto poderá ser notado em postagens futuras. De todos os artigos, vou postar alguns em que ele mostra os segredos maçônicos nas artes colocadas na praça 19 de dezembro em Curitiba, bem próximo do Centro Cívico. Leiam com atenção e tirem suas conclusões. Se vc quiser conhecer a praça antes da leitura veja o vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=kfxw7VWmIuk |
OS SEGREDOS MAÇÔNICOS DA PRAÇA 19 DE DEZEMBRO, EM CURITIBA
Pelo profano Guilhobel Aurélio Camargo
Em 1951, quando faltavam 2 anos para a comemoração do Centenário da Emancipação Politica do Paraná, dois prefeitos maçons, Ernani Santiago de Oliveira (prefeito em 1951) da Loja Dario Vellozo nº 1.213 e Wallace Tadeu de Mello e Silva (prefeito em 1951) da Loja Acácia Paranaense nº 0.715, colocaram em prática a obrigação a eles determinada, para a homenagem à Maçonaria do Paraná.
A obrigação da história maçônica de fazer:
Nos anos que antecederam o de 1853, os maçons paranaenses foram liderados pelo pai do Barão do Serro Azul, o comendador Manoel Francisco Corrêa Júnior, que foi o fundador da primeira Loja Maçônica do Paraná, a Loja União Paranaguense, criada em 08/06/1837, que teve importante papel no movimento de emancipação. O pai Comendador e anos depois o filho Barão, foram os grandes mártires maçons do movimento que libertou o Paraná de São Paulo.
Os prefeitos maçons, que colocaram em prática o projeto da praça, Ernani Santiago de Oliveira (foi campeão paranaense de Xadrez em 1945, 46, 47 e 48) e, na sequência, Wallace (pai do senador Roberto Requião) contactaram o desenhista Leopoldo M. Vieira para colocar no papel o projeto (assinatura abaixo) da Praça 19 de Dezembro com os símbolos que marcariam, em segredo, a história maçônica no Paraná.
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Liberté Cherè - Loja Maçônica em campo de concentração nazista
Quando Hitler subiu ao poder, as dez Grandes Lojas da Alemanha foram dissolvidas. Muitos entre os mais dignos e proeminentes membros das Grandes Lojas foram enviados para campos de concentração.
A Gestapo aproveitou a listas de membros das Grandes Lojas e saquearam suas bibliotecas e coleções de objetos maçônicos. Grande parte deste tesouro foi então exposto em uma "Exposição Anti-maçônica" inaugurado em 1937 por Herr Dr. Joseph Goebbels em Munique.
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
Razão e Discórdia
|
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
CINCO MOTIVOS PARA NÃO SER MAÇOM
1) Influência Política – Poder
Ao contrário do que muitos pensam, a Maçonaria Universal, pelo menos a Maçonaria Regular, não detém mais influência no Poder Político, como ocorreu no passado, do que qualquer outra instituição social, a exemplo das igrejas praticantes dos mais variados credos religiosos, sindicatos classistas, movimento dos “sem-terra” e outros do gênero, porque a Maçonaria nada tem a ver com política partidária, nem com os políticos inescrupulosos que infestam a sociedade, nos dias de hoje. A única influência que a Maçonaria pode exercer, nesse sentido, quando age e pensa como Maçonaria, é apenas a influência de ordem moral, pelo exemplo efetivo dos seus membros, por meio da aplicação dos seus princípios fundamentais, apregoados ao longo dos séculos. Engana-se, pois, quem pensa que, ao agregar-se à Maçonaria, através dela, pelo respeito que ela ainda inspira, terá livre acesso aos corredores do Poder.
Aliás, uma das coisas que o maçom logo observará, quando fizer uso do bom senso e da sabedoria Maçônica, é que esse famigerado Poder é mais ilusório do que real, além de efêmero e corruptor dos bons costumes, com o esclarecimento adicional de que, num ambiente democrático qualquer, conscientemente, deverá ficar bem claro que o Poder só conferirá autoridade àquele que os demais indivíduos membros admitirem reconhecer e permitir. Em Loja Maçônica Regular, entretanto, o detentor do Poder e condutor das decisões, em razão da autoridade conferida pelos seus membros ativos, é o Venerável Mestre, com a observação oportuna, de que todos os Mestres que sentam na Cadeira do Rei Salomão, paradoxalmente, não possuem mais direitos do que o Aprendiz mais recente, mas têm, em contrapartida, mais responsabilidades e deveres de que todos os demais Mestres.
Ante o exposto, conclui-se, então, que quem busca o perfume do Poder, sem a busca, em primeiro plano, do fiel cumprimento dos seus deveres Maçônicos, inclusive sem a consciência de quais sejam as suas responsabilidades, como “parcela ativa” da sociedade, esse certamente não encontrará apoio e guarida na Maçonaria, porque na Maçonaria, ao contrário do que ocorre no mundo profano, a maior autoridade tem o nome de humildade e é reconhecida como aquela que serve, que transpira fraternidade, age com honestidade e fomenta a harmonia.
Ao contrário do que muitos pensam, a Maçonaria Universal, pelo menos a Maçonaria Regular, não detém mais influência no Poder Político, como ocorreu no passado, do que qualquer outra instituição social, a exemplo das igrejas praticantes dos mais variados credos religiosos, sindicatos classistas, movimento dos “sem-terra” e outros do gênero, porque a Maçonaria nada tem a ver com política partidária, nem com os políticos inescrupulosos que infestam a sociedade, nos dias de hoje. A única influência que a Maçonaria pode exercer, nesse sentido, quando age e pensa como Maçonaria, é apenas a influência de ordem moral, pelo exemplo efetivo dos seus membros, por meio da aplicação dos seus princípios fundamentais, apregoados ao longo dos séculos. Engana-se, pois, quem pensa que, ao agregar-se à Maçonaria, através dela, pelo respeito que ela ainda inspira, terá livre acesso aos corredores do Poder.
Aliás, uma das coisas que o maçom logo observará, quando fizer uso do bom senso e da sabedoria Maçônica, é que esse famigerado Poder é mais ilusório do que real, além de efêmero e corruptor dos bons costumes, com o esclarecimento adicional de que, num ambiente democrático qualquer, conscientemente, deverá ficar bem claro que o Poder só conferirá autoridade àquele que os demais indivíduos membros admitirem reconhecer e permitir. Em Loja Maçônica Regular, entretanto, o detentor do Poder e condutor das decisões, em razão da autoridade conferida pelos seus membros ativos, é o Venerável Mestre, com a observação oportuna, de que todos os Mestres que sentam na Cadeira do Rei Salomão, paradoxalmente, não possuem mais direitos do que o Aprendiz mais recente, mas têm, em contrapartida, mais responsabilidades e deveres de que todos os demais Mestres.
Ante o exposto, conclui-se, então, que quem busca o perfume do Poder, sem a busca, em primeiro plano, do fiel cumprimento dos seus deveres Maçônicos, inclusive sem a consciência de quais sejam as suas responsabilidades, como “parcela ativa” da sociedade, esse certamente não encontrará apoio e guarida na Maçonaria, porque na Maçonaria, ao contrário do que ocorre no mundo profano, a maior autoridade tem o nome de humildade e é reconhecida como aquela que serve, que transpira fraternidade, age com honestidade e fomenta a harmonia.
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Uma Palavra de sete letras: VIRTUDE
Artigo reproduzido da Revista O Prumo, Florianópolis, SC
Edição nº 115
O maçom é, por excelência, um "homem virtuoso".
Edição nº 115
O maçom é, por excelência, um "homem virtuoso".
Trabalhamos desde o início de nosso caminho maçônico para atingir a virtude. Entendemos por virtude aquilo que faz a qualidade moral de um homem, aquilo que é a pedra angular do nosso templo interior. Então em que consiste essa importantíssima palavra de sete letras? Qual é a virtude essencial?
Analisaremos a noção de virtude e tentaremos definir a virtude essencial.
A palavra "Virtude" tem diferentes sentidos. No sentido geral, ela significa potência, poder (físico-moral); propriedade de alguma coisa considerada como sendo a razão dos efeitos que essa coisa produz.
No sentido moral, é possível entender que seja: disposição permanente para querer realizar um tipo determinado de atos morais; então se falará de virtude e se dirá, por exemplo, que a temperança é uma virtude; seja: disposição permanente de querer o bem; hábito de fazê-lo; então se falará da Virtude e se dirá de um homem que ele é virtuoso.
Enfim, às vezes, a palavra virtude designa o conjunto de normas de conduta que se reconhece como válidas sendo vista como sinônimos de moral, de ética (por exemplo, em Kant "Doutrina da Virtude").
Mas vamos ater-nos ao sentido fundamental. É na passagem do sentido moral que se encontra o essencial da noção.
O homem, de fato, se define por um conjunto de virtualidades ou tendências. A virtude moral é que permite ao homem realizar essas virtualidades, ou seja, tender à perfeição.
Na palavra latina "virtus" encontra-se, que significa homem. E o contrário de virtude é vício, isto é, o que desvia o homem de si mesmo. E que no sentido original, segundo a definição de Dermesteter, lingüista francês, seria "um elemento mau que alterna em sua essência".
O vício é a falta de Humanidade; a virtude é o que faz o homem, é o que faz o Maçom.
Mas aqui há um problema, pois procurar qual é a virtude essencial do homem nos obriga a procurar saber em que consiste a perfeição do homem.
No homem há uma pluralidade de tendências que não o conduzem todas no mesmo sentido. Há, por exemplo, as tendências corporais (o homem tem necessidades vitais a satisfazer), que, às vezes, entram em conflito com as tendências espirituais. Mas, é claro que as tendências corporais são propriamente animais e que não é desse lado que devemos buscar a perfeição do homem. Restam, então, as tendências espirituais, que o levam a procurar a Verdade, o Bem, a Beleza, e o que se pode ligar ao sentimento, à inteligência e à vontade; uma busca que tem por objetivo o aprimoramento afetivo, intelectual e espiritual.
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
CRUZEIRO DO OESTE
Eu sempre passo
por ali
e vejo
a velha casa
no caminho antigo.
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
A CARTA DE PERO VAZ DE CAMINHA
Para aqueles que gostam e amam a nossa história não deve deixar de ler e conhecer a carta de Caminha.
Assinar:
Postagens (Atom)
