Aos Visitantes

Caros visitantes, este blog é destinado ao esclarecimento, discussão e orientação quanto aos assuntos ligados à Maçonaria. Entendemos que os Maçons devem lançar luz sobre o os princípios que norteiam a Arte Real e assim demonstrem a que viemos. Sejam bem-vindos !!!

Jorge.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Alternativa de Redenção à Reintegração na Natureza

Julgo que a Natureza Ama verdadeiramente o homem ao ver espelhado na sua original forma Deus. Recebeu-o e abraçou-o associando-se, ligando-se a até confundindo-se com este como amantes ou como uma mãe ama seu recém nascido. Contudo o homem infantilmente não é capaz de reconhecê-lo. Criou seus próprios deuses de barro para os quais, e em função vive e procria, dedicando ritos vulgares de simples estruturas compostas de pedras e de normas. E o que era a vida dentro de todas as vidas (Deus) é hoje o acumular de todas as mortes anónimas e desnecessárias, trazendo em seu peito aberto a pele a carne os ossos e as vísceras de todos os animais mortos, de todos os rios poluídos e despojados de vida e à qual alimentavam as terras e árvores por onde corriam como o sangue nas nossas veias, do ar pesadamente contaminado em nome de uma cega evolução, de crianças à fome ou desenvolvendo doenças que lhes mutilam o corpo interiormente,  e sente a dor de cada um deles, sofre e sangra com eles. No entanto, nós já não o reconhecemos  ‘Em todas as escolas os mestres o desenham no quadro negro, a mãe sonha-o enquanto amamenta o filho, cochicham-no os que se abraçam, o sacerdote grita-o em seu sermão, os historiadores vêem o acontecido há muito tempo e descrevem-no sem cessar,.. exuma-se nas cidades desaparecidas e o elevador sobe com ele ao tecto do arranha-céus. Mas antes ainda o gritam os selvagens; está escrito nas estrelas e os mares devolvem seu reflexo. E tu homem estás aí sentado e o que perguntas  ’ … Nosso destino é um mistério?
O que vamos ensinar às nossas crianças? Não respeitamos a nossa mãe? Julgamo-la sempre garantida e iremos chorar quando tiver moribunda procurando alternativas espaciais? 
O homem não teceu a teia da vida e sua harmonia é simplesmente um fio nela, tudo o que fizer ao equilíbrio faz a ele próprio. Submetemo-nos assim a estes ciclos destrutivos, e testemunhamos a crueldade das consequências sem uma reacção pratica e racional, Ignorando as suas lágrimas e desilusão. Estaremos a trair todas as nossas lutas e toda a qualidade existencial que  temos direito? Não é a razão uma dadiva da nossa mãe? A chave de desvendar todos os misterios? “De volta a natureza”  disse Rousseau lembrando ao homem da responsabilidade da nossa herança em si, e da sanidade intelectual que a natureza pode-nos oferecer, observa-a e obterás todas as respostas. Uma sociedade sã e uma sociedade que vive em harmonia com o que rodeia e consigo própria. A diversidade biológica é um livro de conhecimentos secretos que pode dar-nos respostas inimagináveis ultrpassando a nossa imaginação: a nossa imortalidade, curas, percepções desconhecidas. Cada espécie extinta é um conhecimento perdido. Ao elevarmos o meio ambiente e os seres criados como parte mais preciosa do nosso palco existencial elevamos a nossa própria percepção, sobrevivência, e conhecimento.
Uma coisa eu sei: o meu Deus é também Deus das florestas, dos rios, dos mares, e da terra. Ao explorá-la e destruindo-a, ofendemos o seu  próprio conceito numa altura em que a manipulação da natureza é ficção científica tornada realidade. Destruido-la é ilógico, imoral e irracional. Coloca-nos onde?
Porque chamamos irracionais aos animais  quando vejo neles tanta humanidade. Nascem da dor de uma mãe que os acolhe ao mundo com amor, alimenta-os, ajuda-os a crescer ensinando a sobreviver no seu habitat, tomam decisões, têm percepção da realidade talvez ainda muito melhor do que nós. Têm desenvolvido potencialmente seus sentido de uma forma que só agora começamos a compreender, não é a realidade dada pelos nosso sentidos? Não são os nossos dos mais limitados da natureza? Contudo a nossa mente é um poderoso trunfo, mas quantos não são escravos de suas mentes que os enganam e manipulam em vez de tornar a sua mente realmente sua, controlando-a pela vontade de a tornar mais cheia de bons pensamentos, optimista, construtiva e leve. 
Mas somos parte da Terra  e cada  pequeno pedaço seu é sagrado tal como cada um de nós então se deves amar o teu irmão, deves amar o teu irmão leão, a tua irmã raposa, o teu irmão rio, a tua irmã árvore.

No mundo das esferas somos escravos do nosso destino, apesar de sermos simultaneamente mortais e imortais através do eterno aspecto humano (homem-arquétipo), a natureza apresentou matéria através dos elementos criando um corpo parecido com a original forma humana. Formada da luz. Tornando-se assim mente e alma providenciadas da luz e da vida.
O homem deve colocar em princípio a igual necessidade de Conhecimento e Fé e devendo actuar de forma inteligente para conservar uma certa harmonia a não corromper  a natureza no reino dos corpos materiais, mas também a dos seres espirituais agregados, uma vez que naqueles misturam-se a inveja (consciência de uma real inferioridade), o orgulho (vaidade teimosa de dizer a ultima palavra ou muito camufladamente a capa da vergonha)e a ganância(ignorância do cosmos, seres que dotados de livre-arbitrio preferem o perecível e ilusório através de atitudes egocentricas ao absoluto, real e eterno). Entretanto o caminho redentor permanece possível porque o caminho do Homem é o conhecimento respeitando a ordem, observando e aprendendo com a Natureza.

Pax in te, sicut parvulus in gremia matris suae ita est in anima mea, pax vobiscum




O princípio tem como antítese o fim e a sua síntese na sustentação. Nesta trindade alegórica a criação era o verbo ser e a palavra perdida (Jeová) o que era, é e será, ou por outras palavra Eu Sou o que Eu Sou. Nesta transcendência do tempo e espaço o G:.A:.D:.U:: planeia a reconstrução do templo no eterno agora. E talvez o verdadeiro propósito maçónico seja a implementação da evolução espiritual àqueles que desejam e aspiram o aperfeiçoamento e transmutação da sua natureza. Contudo a precipitação da acção social e caridosa não deve ser reduzida à niilidade.
Quando a sabedoria é dada ao homem ela torna-o consciente de que a soma total de tudo o que ele é, é o resultado das suas acções. Uma Maçonaria criada para ser o cordão de vidas estáveis e ideias preenchidas, não é criada como mariposas destinadas a caírem na chama ilusória do poder social.
Somos electrons girando em torno da presença do núcleo e pela nossa vontade inata em nosso interior iremos expandir a energia consciente do ser na carga de luz consciência do Garnde Sol Central para sermos livres e verdadeiros filhos do Sol.

Autor: Luís Cruz
V:.M:. R:.L:. V Império





sexta-feira, 13 de julho de 2012

A Sexta Feira Treze, 700 anos atrás !




O dia treze, no calendário judaico, antecede o inicio da lua cheia, vez que os meses judaicos por serem lunares, principiam na lua nova, tendo o judaísmo a maioria de suas efemérides, no limiar da lua cheia, a metade do mês, Tu B’Shvat, Purim, Pessach, Tu B’Av, Sucot, ...

No calendário gregoriano, por vezes acontece de haver certa coincidência com o calendário lunar, o que não se dará nesta sexta feira... assim, sendo hoje 23 de Tammuz, estaríamos 10 dias adiante do calendário gregoriano.

Jesus, foi crucificado numa sexta, ainda que alguns estudiosos falem que se deu numa quinta e a morte na sexta ! Também dizem que foi numa sexta feira treze, em outubro, a proibição da Ordem dos templários, no ano de 1307 ! Daí ter, tornado-se “maldita”, para alguns !
Interessante que há exatos 700 anos, era oficialmente dissolvida a Ordem dos Templários, 22 de Março de 1312 – véspera da páscoa judaica do ano de 5072. Ainda que a morte de nosso herói e mártir, Jacques DeMolay e outros companheiros, viessem a se dar dois anos depois . Também neste ano, o mês de Outubro teve uma sexta feira treze !

Coincidências, meus irmãos ... mera coincidência, talvez !

Na verdade, todos sabemos que a sexta feira, dia sagrado para os mulçumanos e porque não dizer também para nós judeus, uma vez que o shabbat se inicia na tarde da sexta, tem a força inicial - o “ koach prati ” - da primeira sexta feira da criação, onde além do homem e da mulher serem criados, também foram abençoados. E foi tarde e foi manhã do sexto dia, o dia que antecede o dia do descanso, que traz toda a força da semana !

Dia da elevação de grandes homens, Jesus, Jacques DeMolay, Rabbi Moshe Cordovedo, entre tantos que foram e muitos que irão !

Que suas forças nos sustentem, e clamem por justiça neste mundo e alem dele... Ainda que a justiça, possa se materializar por Nekamah !
Que não sejam esquecidos os detratores e caluniadores, que seus nomes sejam apagados e execrados, neste e no outro mundo !

sexta-feira, 30 de março de 2012

A Vaidade


A Vaidade
Irm:. Nelson Camargo de Mello
Or:. de Ibiporã - PR.

Meus Irmãos, este pequeno Trabalho serve apenas de alerta, e é um Trabalho dirigido para Loja base, nas Lojas filosóficas o entendimento é diferenciado e o comportamento também. Mas, considerando que todos os Irmãos pertencem a uma Loja- base e atendendo as determinações do Presidente desta Loja Capitular, vimos expor nosso ponto de vista sobre o tema VAIDADE. Antes porém queremos pedir compreensão pela rudeza de como iremos tratar.
VAIDADE, palavra pequena e de fácil pronunciamento, de tonalidade suave aos ouvidos, porém, encerra em muitas ocasiões, situações gravíssimas no comportamento do ser humano, com conseqüências desastrosas.
A vaidade, literalmente falando, é a qualidade do que é vão, vanglória, ostentação, presunção malformada de si, futilidade, e etc. Dessas qualidades a vanglória é perniciosa pois objetiva o indivíduo jactancioso, ou seja, presunçoso, arrogante e frívolo.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

O símbolo como linguagem dos deuses


De acordo com os psicólogos, a formação do símbolo[1] se dá na fase da infância. Neste período, ainda conforme os psicólogos, não existe diferenciação, na mente da criança, do que seja ela e o mundo que a cerca, principalmente da mãe. A criança vive em um mundo único cujo centro é ela mesma. Ou seja, a união é total e completa, dentro de sua concepção. Não existem limites, distâncias, barreiras, empecilhos.

Ora, esta sensação, uma das primeiras de nossa existência, assemelha-se em muito com o conceito de unicidade que se pensa existir quando nos aproximamos de Deus. Mais do que isto, assemelha-se com a própria sensação de ser Filho de Deus, ou seja, uma divindade sem fim nem começo, sem limites. A sensação de participar de tudo e não ser nada isoladamente está relacionada com a carta do Louco do Tarô. É o que se supõe que possamos experimentar ao atingir um estado superior de consciência.
Então, agora se pode entender porque se diz que os símbolos é a linguagem dos deuses.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

M:. I:. C:. T:. M:. R:.


Ser reconhecido Maçom o podemos até por um simples PIM na lapela.  Por isso nossa preocupação deve ser:   Que qualidade de Maçom sou reconhecido?  Um Maçom de ouro ou um Maçom apenas dourado (ou nem isso...)?
Maçons existem que se acomodam, julgando que, atingindo o grau de Mestre estão na plenitude maçônica.  Na verdade, considerando a Maçonaria Simbólica é o último grau.   Porém, não se pode dizer com isso sejam ‘justos e perfeitos’, vez que o desbaste da pedra bruta somente termina com a nossa ida para o Oriente Eterno.  Assim sendo, triste do Maçom que aposenta seu Maço e seu Cinzel.   Porque a construção de nosso Templo interior só termina com o final de nossa vida material.  E não é  suficiente somente esquadrejarmos a Pedra Bruta.  Necessário se faz também deixá-la bem polida.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

O perfil e o segredo de um Venerável justo e perfeito



Anualmente é eleito pelos seus pares um novo Venerável Mestre que, entusiasmado pelo cargo, com as mãos cheias de enorme responsabilidade, faz a programação, nem sempre cumprida com o êxito desejado.

Isso se justifica pela falta de responsabilidade, de coragem, pelo desânimo, negligência, indiferença ou ausências às Sessões; pela inadimplência, ou seja, descumprimento de compromissos com a Tesouraria, pela falta de apoio, comprometimento, incompreensão e negação da devida atenção de alguns Irmãos.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Espírito de Equipe


Contam que, na carpintaria, houve uma vez, uma estranha reunião. Foi uma reunião de ferramentas para tirar as suas diferenças.
 O martelo exerceu a presidência, entretanto lhe foi notificado que teria que  renunciar, pois fazia demasiado ruído .E, também , passava o tempo todo golpeando. O martelo aceitou sua  culpa, mas pediu que também fosse expulso o parafuso.
Disse  que ficava dando muitas voltas para fazer alguma coisa.
Diante do  ataque , o parafuso aceitou também; mas, na sua vez pediu para expulsar a lixa.
Fez ver que era muito áspera em seu tratamento e sempre criava atritos com os  demais. A lixa estava de  acordo, com a condição que também fosse expulso o metro, que sempre ficava medindo e avaliando os demais segundo sua opinião, como se fosse o único perfeito.
Nisso entrou o carpinteiro, colocou o avental e iniciou seu trabalho. Utilizou o martelo, a lixa, o metro e o parafuso.